Cd4. O que é?

hivPara contaminar uma pessoa, o vírus da Aids (HIV) precisa entrar em sua corrente sangüínea. No sangue, ele busca principalmente os linfócitos T-CD4, que são células muito importantes para defender nosso organismo das doenças. Utilizando uma enzima chamada transcriptase reversa, o HIV entra nas células CD4 e se multiplica com uma velocidade imensa. Poderíamos dizer que o CD4 deixa, então, de ser uma célula de defesa para ser uma fábrica de vírus HIV. Milhares de novos vírus saem de um CD4 já infectado utilizando outra enzima, a protease, e partem em busca de novas células CD4. Ao mesmo tempo em que o ataque às células CD4 e a multiplicação intensa do vírus HIV estão acontecendo, bilhões de outras células CD4, que ainda não foram atacadas, estão se multiplicando em nossa corrente sanguínea também. Durante os primeiros anos, após a contaminação pelo HIV, a destruição causada pelo vírus não é suficiente para fazer com que o sistema imunológico da pessoa soropositiva perca a função. Para que a defesa do organismo fique seriamente comprometida é preciso que muitas células de CD4 sejam destruídas e isso leva alguns anos. Se o sistema imunológico perde sua capacidade de defender o organismo de doenças, é necessário começar o tratamento anti-HIV. Nesse caso, os medicamentos anti-retrovirais são os grandes aliados. Eles atuam defendendo as células CD4 do ataque do vírus da Aids, impedindo-o de se reproduzir. Quando a quantidade de CD4 no sangue está em torno de 200 células por mililitro de sangue (a contagem normal é em torno de 1.000 CD4 por mililitro de sangue), os médicos consideram que o sistema imunológico está bastante enfraquecido. Pessoas com CD4 abaixo de 200 correm o sério risco de sofrerem doenças oportunistas. Com a ajuda dos anti-retrovirais, a quantidade de HIV no sangue (carga viral) vai diminuindo e pode se tornar indetectável. Desse modo, as células de CD4 podem continuar se multiplicando livremente e assim o sistema imunológico fica fortalecido e volta a ser eficaz contra as doenças. Se o nível de CD4 estiver muito abaixo de 200 ou se a pessoa estiver com doenças oportunistas, a agressão ao sistema imunológico foi muito grande. Nesse caso, ele pode demorar mais tempo para se recuperar, mas mesmo assim há grande chance de recuperação.

Breve guia para interpretar os resultados do teste
Contagem de células CD4
l entre 500 e 1200 = normal em pessoas seronegativas para a infecção pelo VIH
l acima de 350 = o tratamento anti-retroviral não é, normalmente, recomendado
l abaixo de 350 = o tratamento anti-retroviral é recomendado
l abaixo de 200 = há um risco agravado de doença e infecções, pelo que o
tratamento anti-retroviral é recomendado
O médico poderá dar o resultado da contagem de células CD4 em percentagens
l Acima de 29% = semelhante a uma contagem de células CD4 acima de 500
l Abaixo de 14% = semelhante a uma contagem de células CD4 abaixo de 200
Carga viral
l Entre 100 000 e 1 milhão de cópias = alto
l Abaixo de 10 000 = para as pessoas que vivem com VIH sem tratamento,
este valor é baixo
l Abaixo de 50 = conhecido por carga viral “indetectável”. O objectivo do tratamento anti-retroviral é o de atingir carga viral indetectável,

Minha experiencia com o Cd4 baixo..

Não está sendo nada fácil. Meu último e primeiro exame que foi feito ainda em Outubro, descobri que meu CD4 está baixo. Dra. Marília foi clara e objetiva. Desde que me contaminei tenho lido muito muito sobre HIV/AIDS.
 Quando o CD4 esta baixo significa que a imunidade esta baixa. Quanto mais baixo o CD4 mais propenso o corpo fica para pegar doenças oportunistas. O papel da medicação é deixar o CD4 alto e quando isso não ocorre e deve-se pensar numa nova combinação de medicamentos. Hoje no Brasil indica-se terapia medicamentosa, ou seja início do coquetel, com a contagem de linfócitos CD4 abaixo de 350. O MEU ESTAVA NO ULTIMO EXAME EM  90 !
 Pensar em tomar a medicação muito me assustou e me assusta sempre. mo a sociedade em geral também é. Já falei várias vezes que prefiro a morte do que ser tida com o rotulo de uma garota soropositiva. Não gosto de falar isso e nem de pensar isso. Mas infelizmente é o que sinto. Preciso ter Paciência para que no próximo exame meu CD4 tenha subido!!!
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O que significa?

Hoje venho postar explicando o que são algumas palavras de quem tem o vírus do HIV, quem está acompanhando e ainda não sabe. É bom saber que ter hábitos saudáveis e buscar uma melhor qualidade de vida sem dúvida ajudam a manter o equilíbrio do sistema imunológico de qualquer pessoa. Lembrando que para mais informações, procure a ajuda de um profissional, estou aqui somente para esclarecer e aprender mais sobre minha doença. Nos próximos posts estarei explicando melhor sobre cada um deles..

CD4 – São células muito importantes para a defesa do organismo. Elas comandam nosso sistema imunológico

Carga viral – Quantidade de HIV presente no sangue. Dizemos que a carga viral está indetectável quando os exames normalmente utilizados para medir a carga viral no sangue não conseguem detectar a presença do HIV. Existem diferentes métodos de detecção e os limites mínimos de detecção são variáveis

Sistema imunológico – Sistema responsável por defender o organismo de doenças

Doenças oportunistas – Doenças que surgem em conseqüência da deficiência do sistema imunológico, criando, assim, a oportunidade de microrganismos comuns proliferarem e se tornarem agressivos

Medicamentos anti-retrovirais – São os medicamentos que defendem o CD4 do ataque do HIV. Atualmente, existem dois grupos de medicamentos anti-retrovirais: os que inibem a transcriptase reversa e os que inibem a protease

Transcriptase reversa – Enzima que o HIV utiliza para entrar no CD4
Protease – Enzima que os novos vírus HIV usam para sair da célula CD4 prontos para infectar um outro CD4

A exatamente uns dois anos atrás, conheci o mundo espírita, quero dizer, comecei a aprender sobre o mundo espiritual de uma forma explicativa. Quando perdi minha bebê Anna Júlia com 5 meses de gestação, conheci minha tia que prefiro chamar de tia querida (C), ela me amparou, me explicou e comecei a aprender sobre rezar,o poder que a prece tem, a ler e a colocar em prática. Quando descobri que contraí o Hiv, me revoltei, culpei a tudo, minha cabeça estava ‘quente’ digamos assim, mas com o passar dos dias comecei a entender e a colocar minha cabeça onde ela deveria estar, no céu. Comecei a voltar nas práticas de ler, fazer o evangelho no lar, a me manter ligada com a espiritualidade novamente. Tinha começado um tratamento no Lar de Frei Luiz, porém nos dois ultimos domingos não fui, não por motivo, mas senti uma preguiça e um desânimo que não consegui ir…
Frequento uma casa espiritualista na tijuca (RJ), que tem me feito muito bem e tenho aprendido tanto,tanto, que não consigo mais chorar ou me revoltar por estar com uma doença incurável. Acredito que além de não ter me cuidado e tendo recebido essa doença, ela por outro lado veio como um aprendizado para que eu possa mudar a minha vida para o bem, fazendo as coisas certas.
Ando pesquisando e quero aprender mais e mais sobre o vírus que tenho, e gostaria de saber mais através do que a espiritualidade tem a nos dizer sobre isso…

Emmanuel nos lembra que para a sua proteção e dos seus bens, o homem vacina-se contra moléstias contagiosas, protege-se contra a fome e no campo exterior, elege recursos defensivos, justificáveis no tocante à vigilância. Entretanto, contra sua própria mente não se protege e nem se vigia.
A Doutrina Espírita nos ensina que o homem não é apenas matéria, mas, apresenta uma complexidade muito maior formada por uma estrutura pluridimensional  que o torna único no Universo. Assim, em virtude de cada um representar um ser individualizado, único em sua maneira de sentir e agir no meio em que vive, o homem passa a ser, também, o único responsável por aquilo que cria e lança na atmosfera na qual está inserido.
Todos seus sentimentos, bons ou maus, oferecem assim um campo, perigoso ou não, para o desenvolvimento de forças psíquicas que retornarão sobre si mesmo, levando-o à saúde ou à doenças, do corpo ou da alma, diagnosticáveis ou não.
Nossos pensamentos passam a ser força geradora criativa que nos coloca, sem qualquer sombra de dúvida, na condição de co-criadores do Universo e, evidentemente, sob leis divinas. Por essa razão, somos chamados a reparar enganos pretéritos e a retomarmos o caminho correto.
O fato de estarmos ainda encarnados faz com que nossa mente quase sempre se volte para a vida material pensamentos viciosos, o que faz com que nosso padrão vibratório oscile continuamente, permitindo que sejamos alvos de ataques de outras mentes com as quais entramos em sintonia, resultado desse descompasso. Essa soma de emanações de encarnados e desencarnados, acumuladas ao longo de muito tempo na zona etérea próxima da Terra e de semelhante teor vibratório, provoca a formação de miasmas de alto poder deletério que no nosso entender deu origem ao vírus HIV que produz a AIDS. O estado precário da evolução humana permitiu ao homem que se sintoniza nessa faixa vibratória, continuamente, a absorção dessas larvas psíquicas. Pelo próprio comportamento do ser humano era inevitável o surgimento dessa situação; não, evidentemente, porque tenha sido imposta por força superior, mas como resultado do próprio desequilíbrio das mentes encarnadas que, agredindo as Leis Naturais, desencadeou uma reação cujo resultado não ultrapassa os limites da obediência à Lei de Causa e Efeito. 

HIV hoje..

O sexo ainda é o principal fator de infecção
Se a falta de informação era a razão direta da disseminação da doença, a baixa estima é, hoje, um fator de risco. Quase todos no mundo sabem que as práticas seguras de relação sexual evitam a doença; entretanto, por que se dissemina em grupos de elite, sob supervisão de especialistas?
Estudos comprovam que os problemas pessoais com a sexualidade, a imagem negativa de si mesmo e os problemas de relacionamento, levam pessoas a adotarem um comportamento auto-destrutivo. 
Entre as mulheres, devido a baixa estima, constata-se que não conseguem negociar com os parceiros o uso de preservativos. Soma-se a isso, também, a relação com homens mais velhos que são os que mais resistem ao uso da camisinha. Dessa maneira, no Brasil, da totalidade de mulheres contaminadas, 45% estão na faixa de 18 a 30 anos. 
As campanhas nas escolas não atendem ao objetivo para as quais foram criadas porque tendem a assustar, e os adolescentes não se convencem, interiormente, desse perigo. Por outro lado, a mídia bombardeia o jovem com propagandas voltadas para a super valorização da sexualidade, mas não orientam para o sexo seguro, na mesma propaganda. 
Um outro fator de risco que está se delineando é a pauperização da epidemia. É preocupante porque muitas dessas pessoas apresentam dificuldades até para se alimentarem. 
No início dos anos 80, a AIDS chegou a ser classificada preconceituosamente como doença de homossexuais ricos, pois suas primeiras vítimas foram pessoas de poder aquisitivo alto, infectadas em viagens para o exterior. No Estado de São Paulo, quase metade das vítimas tinham curso superior completo. 
Os doentes que surgem agora, exibem outro perfil. Em São Paulo, cerca de 80% deles têm apenas o primeiro grau e 5% o curso superior. ( Roldão Arruda, O Estado de São Paulo, Caderno Internacional, pág. A 17 de 8/10/2000) 
Apesar de todas as informações, ainda continuam nascendo crianças com o HIV, sinal claro de que não são feitos exames adequados de pré-natal. Culpa de quem? 

No Brasil, a mobilização da sociedade e a intervenção do poder público conseguiram diminuir a velocidade da transmissão,apesar de ainda ser muito alta: hoje, em torno de 20 mil casos desde 1997, contrariando previsão alarmante da Organização Mundial de Saúde que estimava em 540 mil novos casos a cada ano. 

Outro dado preocupante diz respeito a presença, pela primeira vez no mundo, de um paciente , brasileiro, infectado por três subtipos diferentes de HIV – mutações – resistentes aos remédios. O estudo é do médico Ricardo Diaz, diretor do Laboratório de Retrovirologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) que o apresentará na XIII Conferência Internacional sobre a Aids. Segundo o médico brasileiro, a pesquisa é importante para a ciência e má notícia para o Brasil, pois ela pode ser o indício de uma nova forma do ataque do vírus ao organismo.
No mundo, nosso destaque vai para a África Negra, baseado em dados fornecidos pelo Jornal O Estado de São Paulo de 18 de julho, pela Revista Galileu e pela Revista Época, ambas de julho de 2000. 
A XIII Conferência Internacional sobre Aids, realizada na cidade de Durban, na África do Sul, em julho deste ano, mostra um quadro aterrador. Um continente em agonia. Disseminada ao longo dos anos 90, a Aids será a causa, no continente africano, da redução de sua população em 71 milhões de pessoas, até o ano de 2010, cerca de 10% do total do continente. 
Os dados apresentados na Conferência mostram a tragédia africana:
4,5 milhões de vítimas na região, 70% dos casos de Aids no mundo.
4 milhões de novos casos no ano passado. No resto do planeta, houve 1,4 milhões de novas infecções. Só no Zimbábue, país mais atingido, são quatro pessoas a cada hora, mortandade calculada pela Organização Mundial de Saúde. 
2,4 milhões de óbitos no planeta em 1999, 85% deles causados pela síndrome. Na África o índice é de 25,84% da população de 15 a 49 anos. 
500 mil bebês infectados pela mãe no ano passado. A doença já produziu 12 milhões de órfãos. Representa 66% de crianças sem o amparo do adulto para sustentá-la e dar-lhe educação. Condição propícia à criminalidade. 96% dos órfãos da Aids vivem na África. 
A expectativa de vida, hoje de 59 anos, deverá cair para 45 até 2010. O Zimbábue, será de 33 anos. A Revista Galileu de julho de 2000 fala em 29 anos em 2005. 

Conclusão

O Evangelho nos ensina que nenhuma ovelha se perderá e também nenhuma oportunidade de transformar um elemento obstrutor em elemento renovador no trabalho evolutivo do ser humano.
Como tudo é útil na criação divina, o Pai permite aos homens, no meio a tanta desordem, o aproveitamento dessas lições, através dos trabalhos de pesquisa que possibilitaram não somente a descoberta de remédios que controlam a disseminação da doença, mas, também, de outros remédios, para outras doenças, quando os homens de ciência buscavam a solução para esse terrível mal. Possibilitou, principalmente, o despertar do sentimento de solidariedade onde podemos constatar a movimentação da sociedade civil na formação de grupos de apoio e prevenção à doença. 
A presença desse mal no planeta transformou-se, assim, em elemento de expansão e não de obstrução para o progresso humano. 
O homem foi capaz de desenvolver sofisticados radares para detectar presenças estranhas a longa distância, mas ainda não conseguiu estabelecer um sistema de vigilância em torno da própria mente. 
Todo pensamento estabelece uma sintonia.
Pensando, a criatura interage sobre seu semelhante, estabelecendo ligações, conforme o campo mental que a envolve ( …)
Entretanto cabe ressaltar que, entre a abordagem do pensamento infeliz e sua aceitação em nosso campo mental, há uma distância a ser percorrida. (… ) 

Quando você estiver atravessando um profundo sofrimento, procure lembrar de seis princípios básicos da vida:

1 – Não há mal que dure para sempre. Qualquer dor, ou sofrimento que você esteja passando é necessariamente passageiro. Por mais que demore e por mais que o sofrimento pareça eterno, um dia ele sempre terá um fim.

2 – Você não é a única pessoa a sofrer no mundo. Nosso sofrimento sempre parece maior, pois estamos sentindo-o diretamente, em nós mesmos. Mas basta olhar para o lado e ver o quanto cada pessoa no mundo sofre de igual forma, ou até mais gravemente que nós.

3 – Pense que, se o sofrimento fosse menor, ele poderia não ser suficiente para provocar um movimento em você e te tirar do conformismo. No momento em que o sofrimento se torna insuportável, esse limite nos força a tomar uma atitude e a buscar um desenvolvimento. Se alguma parte do seu organismo não começasse a doer fortemente, você não saberia que ele precisa de cuidados, e não buscaria a cura. Da mesma forma, quando há uma enfermidade da alma precisando de purificação interior, é necessário que a dor nos tire da inação e nos mostre o caminho. Logo, não reclame da dor, tome-a como a base de sua transformação e do seu desapego das coisas fúteis e efêmeras.

4 – Tal como uma criança grita e se debate quando toma uma vacina, nós também reclamamos e esperneamos quando Deus nos coloca diante das vacinas doloridas da vida. Da mesma forma que a vacina irá imunizar a criança e evitar doenças futuras, assim também o sofrimento advindo das adversidades da vida tem o poder de imunizar nosso espírito e nos libertar das futuras doenças da alma.

5 – Saiba que, se os sofrimentos da vida fossem simples de serem vencidos, o mérito espiritual seria igualmente simples, e pouco traria de benefícios espirituais para nosso espírito. Quanto maior o sofrimento, maior o mérito em supera-lo, e consequentemente, maior a conquista espiritual. Portanto, não reclame do sofrimento, agradeça a Deus a oportunidade de atravessar uma provação.

6 – E por fim, não se esqueça: Deus nos dá a cruz do sofrimento na medida em que podemos carrega-la. Se Deus desse uma cruz mais pesada do que alguém poderia conduzi-la, ele seria um Deus injusto. Como Deus é a inteligência perfeita e infinita, Ele te conhece muito melhor do que ti mesmo, e sabe que você é capaz de carregar uma pesada cruz. Logo, não reclame da injustiça do sofrimento, tome para si a sua cruz, pois ela foi esculpida pelo carpinteiro cósmico, que conhece tuas forças e sabe que você é capaz. Continuar lendo

O Amor é o remédio para tudo!

Eu nunca fui fã desse Mc, na verdade não curto funk e muito menos as letras do funk dele, mas levanto e bato palmas por essa atitude tão linda que infelizmente muitas pessoas não tem esse pensamento e essa ação. Algumas pessoas são preconceituosas, por falta de informações mesmo e mesmo tendo 22 ou 23 filhos (não sei ao certo), ainda se dispôs a adotar duas crianças soropositivos. Mr Catra,você como pessoa tem meu total respeito e torço para que continue assim, tendo um lindo coração para abraçar mais duas crianças e como você disse na entrevista ” O amor é o remédio para tudo! ” ❤

Segue abaixo a entrevista dele num jornal do RJ:

Desde junho, a vida de Mr. Catra e Silvia Regina Alves, uma de suas três mulheres, ganhou um colorido diferente. Conhecido por sua visão moderna de família, o funkeiro adotou duas crianças que nasceram com o vírus da Aids. “Estamos criando com todo amor do mundo, assim como criamos os outros 22 filhos. Deus os colocou na minha vida. A mãe morreu e deixou os dois (uma menina, de 2 anos, e um menino, de 3). Quem iria adotá-los desse jeito? Tem que ter muito amor para isso. O amor é o remédio para tudo e esse amor cabe em mim”, revela.

Segundo Catra, as crianças estão bem de saúde e já estão integradas na rotina da família. O cantor quer que os filhos levem uma vida normal e não pretende divulgar fotos e os nomes deles. “Gostaria de preservá-los. De forma alguma quero fazer disso uma exposição para mim e para eles. Vou continuar trabalhando muito, afinal, agora são 24”, diz Catra, que espera o primeiro neto para o fim de dezembro.

Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/mister-catra-adota-dois-bebes-soropositivos-amor-o-remedio-para-tudo-10355275.html#ixzz2kuJcl1n8

Essa oração tem me ajudado muito a aceitar todas as situações que não são tão boas…

Concede-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que eu posso e sabedoria para distinguir uma da outra – vivendo um dia de cada vez, desfrutando um momento de cada vez, aceitando as dificuldades como um caminho para alcançar a paz, considerando o mundo pecador como ele é, e não como gostaria que ele fosse, confiando em Deus para endireitar todas as coisas para que eu possa ser moderadamente feliz nesta vida e sumamente feliz contigo na eternidade

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